Arnóbio de Sica
Voz da tradição patrística presente na Catena Aurea (séc. III–IV). Biografia em preparação.
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Quais sejam as questões a propor nos litígios, quantos são os gêneros de causas, quantos os modos de arguição, qual o gênero, qual a espécie, por que métodos se distingue o oposto do contrário — pensais, pois, saber o que é falso, o que é verdadeiro, o que se pode ou não fazer, qual é a natureza do mais baixo e do mais alto? Acaso nunca ressoaram em vossos ouvidos as palavras conhecidas —
A esse nome, como poderíamos deixar de tributar-lhe mesmo a maior honra, visto que fomos instruídos pelos preceitos que exercem sobre nós especial autoridade,
Estando descoberto, para que não se dispersasse no seio da terra, não o lavou ela e ungiu com resinas aromáticas antes de envolvê-lo e cobri-lo com sua veste? Pois de onde poderia vir o doce aroma da violeta, senão do acréscimo daqueles unguentos que disfarçava o cheiro pútrido do membro? Dizei-me: quando ledes tais fábulas, não vos parece ouvir ou moças ao tear, a entreter as tediosas horas de trabalho, ou velhas em busca de diversões para crianças crédulas,
Que fereza é esta — para repetir o que já foi dito mais de uma vez — que paixão tão homicida, declarar hostilidade implacável contra Aquele que nada fez para merecê-la de vossa parte; desejar, se vos fosse permitido, despedaçá-Lo membro por membro, a Ele que não apenas não fez mal algum a homem nenhum, mas, com uniforme bondade...