séc. IVDídimo, o Cego

Dídimo, o Cego

Mestre da Escola de Alexandria

Dídimo (c. 313–398) perdeu a visão aos quatro anos e ainda assim tornou-se um dos homens mais eruditos do seu tempo, dirigindo a escola catequética de Alexandria. São Jerônimo e Rufino foram seus alunos. Defensor incansável da divindade do Espírito Santo contra os hereges pneumatômacos.

Acervo · 44 comentários

1 Coríntios 13, 12 ↗

Isso significa que as coisas que agora ouvimos pela autoridade das Escrituras cremos que assim são. Após a ressurreição, nós as veremos com nossos olhos e as conheceremos em realidade, quando cessar o conhecimento parcial, pois o conhecimento que depende da audição é parte do conhecimento da testemunha ocular e da experiência. Oráculos Montanistas, Sobre a Trindade

1 Coríntios 15, 29 ↗

Os marcionitas batizam os vivos em favor dos infiéis mortos, ignorando que o batismo salva somente aquele que o recebe.

1 Coríntios 15, 30 ↗

Se a alma não é imortal, se o corpo não ressuscita dos mortos, de nada valeria arriscar-se em favor da fé.

1 Coríntios 15, 34 ↗

Os sábios estão atentos para descobrir a iniquidade e despertaram do sono da ignorância.

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1 Coríntios 15, 42 ↗

Assim como a alma racional não é boa nem má em si mesma, mas é capaz de tornar-se qualquer uma destas coisas, assim também o nosso corpo não é, por natureza, nem perecível nem imperecível, mas adquire, a seu devido tempo, estas qualidades imanentes e essenciais.

1 Coríntios 15, 43 ↗

Quando o corpo formado pela cópula do homem e da mulher é semeado, haverá nele desonra e fraqueza, porque é o corpo de uma alma perecível e participa de suas características. Mas quando ressuscita pelo poder de Deus, aparece como corpo espiritual, possuindo imperecibilidade, poder e honra.

1 Coríntios 16, 12 ↗

Apolo era o bispo de Corinto, mas havia deixado a igreja por causa das suas divisões e ido ter com Paulo. Não quis voltar com a carta, porque não desejava regressar antes que as divisões estivessem sanadas.

1 Coríntios 16, 13 ↗

Paulo lhes diz que sejam corajosos e fortes, como atleta ou soldado de Cristo, fazendo tudo com amor para com Deus e uns para com os outros.

1 Coríntios 16, 15 ↗

Paulo chama estas pessoas de "primícias" da Acaia, seja porque foram os primeiros a se converter, seja porque sua piedade era maior que a dos demais, seja porque, por sua grande humildade, recusaram-se a ser ordenados e, em vez disso, dedicaram-se ao serviço dos outros.

1 Coríntios 16, 18 ↗

O espírito da pessoa santa se reanima ao pensar e fazer coisas que são pias, pois o espírito aspira ao que é bom.

2 Coríntios 1, 1 ↗

Paulo nem sempre menciona outras pessoas além de si mesmo em suas saudações. Penso que ele o faz quando um de seus companheiros é bem conhecido daqueles a quem escreve. "Com todos os santos" é ambíguo. Ou significa todos os santos que estavam com Paulo, ou então significa todos os santos que estavam em Corinto.

2 Coríntios 1, 2 ↗

As obras que o Pai faz, também o Filho as faz, e os dons que o Pai dá, também o Filho os dá. Disto se há de entender que, embora conheçamos a Deus como Pai, ainda somos servos de Jesus Cristo. Não o chamamos "irmão", mas Senhor. Pois Ele é o Filho unigênito por natureza, não por adoção, e é Senhor de todos os que foram feitos filhos de Deus.

2 Coríntios 1, 3 ↗

Só Deus é santo e bom, santificando os outros e tornando-os bons. Só Ele é bendito, porque concede a bênção e não a recebe de outrem. Do mesmo modo, Ele é o Pai das misericórdias por natureza, porque é a fonte de toda misericórdia, e não porque a tenha adquirido de alguém.

2 Coríntios 1, 12 ↗

A sabedoria terrena significa o conhecimento das coisas materiais. Os que possuem esta espécie de sabedoria não têm lugar para a sabedoria do Espírito, a qual reputam como loucura.

2 Coríntios 2, 11 ↗

O problema não é meramente reconhecer os desígnios de Satanás, mas entrar neles. Paulo conhece as suas dinâmicas, não para nelas se envolver, mas para não ser apanhado por elas.

2 Coríntios 2, 12 ↗

Em Atos [ ] diz-se que um homem da Macedônia apareceu a Paulo em sonho e lhe pediu que passasse a ajudá-los. Paulo não menciona este episódio em sua carta, evidentemente porque percebeu que não era este o momento oportuno para dizer tais coisas a seu próprio respeito.

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2 Coríntios 3, 1 ↗

Paulo exprime com brandura sua surpresa por ainda estarem os coríntios ignorantes da implicação de seu apostolado.

2 Coríntios 4, 4 ↗

Todo incrédulo é deste mundo. Ninguém que o venceu e foi julgado digno do mundo vindouro fica cego em seu entendimento, pois os seus olhos foram iluminados.

2 Coríntios 5, 1 ↗

Fala aqui Paulo de dois mundos distintos. Um é o terreno, feito por mãos e visível. O outro é invisível, feito sem mãos e celestial. Na terra, nossa alma está revestida de carne e sangue, que é o corpo visível e orgânico. Mas, uma vez deixado para trás este corpo, a alma há de passar ao domínio celestial, onde receberá de volta o seu corpo, mas já transformado em corpo celestial.

2 Coríntios 5, 3 ↗

O incrédulo e o ímpio, ainda que por acaso venha a revestir-se de um corpo celestial, será, contudo, achado nu, porquanto nada fez para adquirir a veste do homem interior.

2 Coríntios 6, 7 ↗

O homem que retamente busca a justiça segundo os entendimentos humanos está equipado com as armas da justiça para a mão esquerda. O homem que faz o mesmo segundo os ensinamentos da verdade, e que para esta tarefa foi buscado pelo Filho da justiça, porta as armas da mão direita.

Efésios 1, 13 ↗

Aquele que assume a disciplina e a virtude recebe, no seu próprio caráter, o selo e a forma do conhecimento de que se reveste. Assim, aquele que é feito participante do Espírito Santo torna-se igualmente espiritual e santo, mediante disciplinada comunhão com Ele.

Efésios 4, 11 ↗

Esta é uma casa erigida e ordenada por Jesus…. Ele não faz isto de maneira casual. É com a mais extrema discriminação e discernimento: a um é atribuído o grau de apóstolo, a outro o posto de profeta, a outros o cuidado do rebanho de Cristo e o labor na instrução divina para com aqueles santos que estão preparados para aprender.

Efésios 5, 29 ↗

Quando o Apóstolo pergunta: "quem, acaso, odiou a própria carne?", que se entende por carne? A carne deve ser cuidada, "nutrida e tratada com carinho". Aqui, carne se refere ao corpo unido à alma racional, como é evidente [a partir do versículo anterior].

Efésios 5, 32 ↗

Encontramos frequentemente nos escritos do bem-aventurado Paulo princípios que conduzem a uma interpretação superior (anagógica). Isto se evidencia quando ele escreve: "Este mistério é profundo, e digo isto com referência a Cristo e à sua Igreja."

Filipenses 3, 3 ↗

A palavra espírito significa, acima de tudo, um sentido mais profundo e místico nas Sagradas Escrituras. ... Esta construção é sustentada por [o versículo]: "Nós somos a circuncisão, que servimos ao Espírito de Deus e não confiamos na carne."

Hebreus 1, 13 ↗

Se toda a natureza criada adora a Cristo, pois é por meio do amistoso discurso dos anjos que Ele dá sinais à natureza, assim se diz: Pois a qual dos anjos disse alguma vez: Assenta-Te à minha destra? (Hb 1:13); e Ele está acima deles — e a palavra da Escritura proibiu a adoração das coisas criadas: E não suceda que, olhando para o céu e vendo o sol, a lua e as estrelas, todo o exército do céu, sejas seduzido e os adores e sirvas (Dt 4:19). Mas devem cessar de adorar estas coisas, porquanto são coisas criadas, o que é decerto desrespeitoso. E, como já foi dito antes, afirma-se positivamente que Cristo não é criado, mas é o Criador, e assim mesmo é adorado como Deus acima de toda a criação. Por todo o tempo, e por toda a estação, acima de todas as coisas que estão sobre os Céus.

Evangelho de São João 14, 15–17 ↗

Mas o Espírito Santo chamou de outro Paráclito, não segundo a diferença de natureza, mas de acordo com a diversidade de operação. Pois enquanto o Salvador exercia a função de mediador e enviado, por meio da qual como pontífice intercedia pelos nossos pecados, o Espírito Santo, conforme outro significado de Paráclito, recebeu essa denominação por consolar os que estão em aflição. Porém, não presumas naturezas distintas a partir da operação diversa do Filho e do Espírito Santo; visto que em outro lugar encontra-se o Espírito Paráclito desempenhando a função de enviado junto ao Pai, como está escrito: "O próprio Espírito intercede por nós". O Salvador também opera consolação nos corações daqueles que necessitam; pois está escrito: "E consolou os humildes do seu povo".

Evangelho de São João 14, 22–27 ↗

O Salvador afirma que o Espírito Santo é enviado pelo Pai em seu nome, sendo propriamente o nome de Salvador o do Filho; porquanto por esta expressão é significada a unidade de natureza e, por assim dizer, a propriedade das pessoas. Com efeito, somente ao Filho compete vir em nome do Pai, preservada a propriedade do Filho em relação ao Pai, e do Pai em relação ao Filho. Ninguém mais vem em nome do Pai; mas, por exemplo, em nome do Senhor, de Deus, e do Todo-Poderoso. Assim como os servos que vêm em nome do Senhor, pelo próprio fato de estarem sujeitos e servirem, indicam o Senhor, pois são servos do Senhor; assim também o Filho, que vem em nome do Pai, traz o seu nome pelo fato de ser reconhecido como Filho Unigênito de Deus. Portanto, quando o Espírito Santo é enviado pelo Pai em nome do Filho, mostra que está unido em unidade com o Filho; donde também é chamado Espírito do Filho, fazendo filhos por adoção aqueles que quiseram recebê-lo. Este Espírito Santo, que vem em nome do Filho enviado pelo Pai, ensinará todas as coisas àqueles que são perfeitos na fé de Cristo: todas aquelas coisas que são sacramentos espirituais e intelectuais da verdade e da sabedoria. Ensinará, porém, não como aqueles que aprenderam algumas artes e sabedoria por estudo e diligência; mas como a própria arte, doutrina e sabedoria, o Espírito de verdade insinua invisìvelmente na mente o conhecimento das coisas divinas.

Evangelho de São João 15, 26–27 ↗

Ele chama Consolador ao Espírito Santo, que há de vir, impondo-lhe este nome pela sua operação; porquanto não somente livra de toda perturbação àqueles a quem encontra dignos de Si, mas também lhes infunde um gozo indescritível; pois a alegria sempiterna habita no coração daqueles que têm o Espírito Santo como morador. Este Espírito Consolador é enviado pelo Filho, não segundo o ministério dos Anjos, ou dos profetas, ou dos apóstolos, mas como convém que seja enviado pela sabedoria e poder o Espírito de Deus, que possui natureza indivisível com a mesma sabedoria e poder. De fato, o Filho enviado pelo Pai não se separa nem se aparta Dele, permanecendo Nele e tendo-O em Si mesmo. Este Espírito Santo, enviado pelo Filho da maneira sobredita, procede do Pai, não migrando de um lugar para outro. Pois assim como o Pai não reside em um lugar, estando além de toda natureza corpórea, também o Espírito da verdade de modo algum está limitado pelos confins dos lugares, por ser incorpóreo e exceder toda a essência das criaturas.

Evangelho de São João 15, 26–27 ↗

Mas, quando poderia dizer: de Deus, ou: do Todo-poderoso, ou do Poderoso, não tocou em nenhuma destas expressões; mas disse do Pai, não porque o Pai seja outro que o Deus Todo-poderoso; mas segundo a propriedade do Pai que gera o entendimento, diz-se que dele procede o Espírito da verdade. Enviando o Filho o Espírito da verdade, juntamente o envia o Pai, visto que o Espírito vem pela mesma vontade do Pai e do Filho.

Evangelho de São João 16, 12–15 ↗

Ou diz isto porque os ouvintes de suas palavras ainda não haviam conseguido todas as coisas que depois poderiam suportar por causa do seu nome; mas revelando-lhes algumas coisas, adiou para depois aquelas que eram maiores; as quais não podiam compreender então, a menos que primeiro o magistério e a forma da cruz precedesse em nossa cabeça. Ainda servindo ao tipo da lei, às sombras e às imagens, não podiam contemplar a verdade, cuja sombra a lei portava. Mas quando vier o Espírito de verdade, vos conduzirá a toda a verdade com sua doutrina e instituição, transferindo-vos da morte da letra para o Espírito vivificante, no qual unicamente está colocada toda a verdade da Escritura.

Evangelho de São João 16, 12–15 ↗

Diz, pois, não falará por si mesmo; isto é, não sem Mim e sem o consentimento Meu e do Pai: porque Ele não existe por si mesmo, mas pelo Pai e por Mim. Pois isto mesmo, que Ele subsiste e fala, vem-Lhe do Pai e de Mim. Eu falo a verdade; isto é, inspiro o que falo, visto que é o Espírito da verdade. Contudo, dizer e falar na Trindade não deve ser entendido segundo nosso costume, mas conforme a forma das naturezas incorporais, e maximamente da Trindade, que insere Sua vontade nos corações dos que creem, e daqueles que são dignos de ouvi-Lo. Assim, o Pai falar e o Filho ouvir é a manifestação da identidade de natureza e do consenso no Pai e no Filho. Porém, o Espírito Santo, que é o Espírito da verdade e o Espírito da sabedoria, não pode, quando o Filho está falando, ouvir o que não sabe, sendo Ele próprio aquilo que é proferido pelo Filho, isto é, a verdade procedente da verdade, o consolador emanando do consolador, Deus de Deus, o Espírito da verdade procedente. Finalmente, para que ninguém O separe da vontade e da comunhão do Pai e do Filho, está escrito mas falará o que ouvir.

Evangelho de São João 16, 12–15 ↗

Pelo espírito de verdade também é concedido aos homens santos o conhecimento certo dos acontecimentos futuros; por isso os profetas, cheios deste mesmo espírito, prenunciavam e contemplavam como presentes as coisas que haveriam de acontecer em seguida; por isso segue: "E anunciar-vos-á as coisas que hão de vir".

Evangelho de São João 16, 12–15 ↗

Receber aqui, segundo convém à natureza divina, deve ser entendido: assim como o Filho ao dar não se priva daquilo que oferece, nem confere a outros com prejuízo próprio, assim também o Espírito Santo não recebe o que antes não possuía; pois se recebesse o que antes não tinha, transferindo o dom a outro, o doador tornaria-se vazio. Deve-se compreender, portanto, que o Espírito Santo recebe do Filho aquilo que pertencia à sua natureza, e que não há duas substâncias implicadas, uma que dá e outra que recebe, mas apenas uma substância. Do mesmo modo, também o Filho é dito receber do Pai aquilo em que Ele mesmo subsiste. Pois o Filho não é outra coisa senão aquilo que Lhe é dado pelo Pai, nem o Espírito Santo é outra substância senão aquela que Lhe é dada pelo Filho.

Evangelho de São João 16, 12–15 ↗

Como se dissesse: embora o Espírito da verdade proceda do Pai, contudo, porque todas as coisas que o Pai tem são minhas, também o próprio Espírito do Pai é meu, e receberá do que é meu. Cuida, porém, para que, quando essas coisas são ditas, não penses tratar-se de alguma coisa ou possessão que é possuída pelo Pai e pelo Filho; na verdade, as coisas que o Pai tem segundo a substância, isto é, eternidade, imutabilidade, bondade, estas mesmas tem também o Filho. Longe daqui estejam as armadilhas dos dialéticos, que dizem: logo o Pai é o Filho. Se, porém, tivesse dito: todas as coisas que Deus tem são minhas, a impiedade teria ocasião de surgir; mas como disse "todas as coisas que o Pai tem são minhas", pelo nome do Pai declarou-se Filho, e sendo Filho, não usurpou a paternidade; embora também ele, pela graça da adoção, seja pai de muitos santos.

Evangelho de São Mateus 28, 16–20 ↗

Ainda que possa existir alguém de coração tão duro como pedra, por assim dizer, e completamente alienado da mente, que tente batizar omitindo algum dos nomes mencionados, colocando-se assim contrário a Cristo legislador; no entanto, batizará sem perfeição, e não poderá, de forma alguma, libertar dos pecados aqueles que ele julgar ter batizado. A partir disso, conclui-se quão indivisível é a substância da Trindade, e que o Pai é verdadeiramente Pai do Filho, e o Filho é verdadeiramente Filho do Pai, e o Espírito Santo é verdadeiramente o Espírito do Pai e do Filho de Deus, e também o Espírito da sabedoria e da verdade, isto é, do Filho de Deus. Esta é a salvação dos que creem, e nesta Trindade se realiza a perfeita ordenação da disciplina eclesiástica.

Epístola aos Romanos 7, 11 ↗

A palavra pecado não se refere a uma substância particular, mas ao modo e à vida de quem pecou…. Paulo não chama de pecado senão àquele que é a fonte e o gerador do pecado, a saber, o diabo.

Epístola aos Romanos 7, 13 ↗

Aqui Paulo expõe a pessoa de Adão. Pois, ainda que nele habitasse a imagem de Deus, ele se afastou da verdadeira vida e escolheu a morte em seu lugar. Além disso, esta morte não foi apenas a morte comum de nossos membros corpóreos, mas também a morte espiritual da desobediência.

Tiago 2, 26 ↗

Assim como o espírito se une ao corpo e, unindo-se, o vivifica, assim também as obras, unidas à fé, lhe dão igualmente vida. Além disso, é preciso entender que a fé sem obras não é fé alguma, do mesmo modo que um morto não é, na verdade, um homem. Mas como podem alguns dizer que, porquanto o espírito que vivifica o corpo é mais nobre que o corpo, logo as obras são mais nobres que a fé? Examinei esta questão com certo cuidado e procurarei explicar a minha posição a este respeito. É, sem dúvida, verdade que o espírito é mais nobre que o corpo, mas isto não significa que as obras possam ser antepostas à fé, porquanto o homem é salvo pela graça, não pelas obras, mas pela fé. Não deve haver dúvida de que a fé salva e depois vive praticando as suas próprias obras, de modo que as obras que se acrescentam à salvação pela fé não são as da lei, mas coisa de todo diversa. (Comentário sobre Tiago)